Nesta quietude do seu corpo, agita uma mente que busca, que briga, que é rebelde, que não se dirige para o comum.Que ânsia é esta que te leva a embates, conflitos e desassossega a alma¿
Mas, te vejo menino, que tem nos olhos a infância de rua, a doce presença do brincar.
A juventude recheada de sonhos e intensos desejos,
Uma maturidade cindida no coração entre o querer e o poder.
Te vejo as vezes frágil, as vezes solto.
As vezes sem saber como e porque,
Um homem-menino repleto de afazeres e risos.
Gosto do seu jeito de brincar com a vida, quando se permite ser leve,
E assim, vou te olhando de longe, espiando seu ir e voltar,
E no compasso espero, pelo café com prosa, pelo beijo roubado, pela ternura do olhar.
Que não seja lento,
Um olhar atento à inquietude da alma, bem disfarçada nos gestos e nas palavras. Muito interessante!
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