segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Gratidão pela sua gentileza, pelo dom de olhar com olhos de ver e ouvir com escuta simples e amorosa. Gratidão por não querer saber o que passou, apenas o que está sendo agora.
Cada palavra acolhida, cada lágrima amparada, cada toque retido no fundo da alma. Ser o simples, sem julgamentos ou temores, sem meias palavras ou a pressa de ir embora.
Construir uma vida que tenha a base como reciprocidade.
A vida compartilhada desde as figurinhas do álbum até às dores da alma.
Assim seguimos , e assim insistimos no que não acreditávamos mais.
Os céus sabem .....

Gislaine Zago

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