terça-feira, 13 de dezembro de 2016

...onde sera que está o que a vida me disse que seria meu? por que caminhos deveria andar para que os presentes pudessem ser abertos e usados com todo carinho e afeto? são simples perguntas jogadas ao vento e lançadas ao torpor da noite. Sem rumo, sem palavras, sem cores, a estrada me leva onde somente eu sei , mas quando lá chego as cortinas estão bordadas da sua ausencia , e me levo a costurar as dores da alma em brocados e flores. E espero, e tenho esperança, e creio, e amo mesmo assim.
Gislaine Zago

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