segunda-feira, 18 de julho de 2016

Assim sem mais nem porque sinto passar a brisa da saudades pelo meu rosto e tento secar as lagrimas com ela.
A vida tem uma necessidade de rodopiar e saltar entre o ontem e o hoje, entre a dor e o sorriso.
Nossas defesas perdem a força e ficamos vulneráveis ao amor simples, ao amor antigo, ao amor delicado, ao amor que não se pode amar.
Ah! Que grande abismo penetra em meu coração e desnuda o vazio que ali se instalou e permaneceu.
Respiro o ar que ainda resta no espaço que vivo e respondo a mim mesma : ele existe.
E assim penso e assim vou...

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