Alguém sabe como transformar a vida quando se percebe que fez tudo errado¿ que nada foi como se planejou, como se sonhou, como se escreveu¿ como pode tudo ir tão diferente e tão insólito daquilo que fazia parte de um plano de vida¿ ah, ta bom, vou ouvir que os planos de Deus não são os nosso, ou que fiz escolhas erradas, ou quem sabe que a vida é assim mesmo...
Só quero saber como mudar o rumo da estrada, como restaurar os sonhos, como ter de novo o olhar que ama, que almeja, que tem desejos e chora
Como buscar o gosto do amor que invade o ser, que abraça forte, que cuida da dor, que alegra o canto, que baila ao sabor da musica ¿
Quantas perguntas sem resposta e sem fim, quantas noites insones porque a luz de fora teima em adentrar o quarto pela pequena fresta de vida e ousa me incomodar
E não tenho nada meu, nada que me detenha o sonho, a lagrima, as perguntas, o vazio
Vejo em cada dia que surge uma paralisia do agora, um medo do então, um colo perdido no tempo de não sei o que, um nó no peito e na alma
Sinto que dói e corroe, sinto que a porta está fechada e eu sou o que me convidei a ser, e por isso o convite estava errado e errado foram as decisões e as ruas encontradas
Hoje me resta ser responsável pelo imenso vendaval que eu mesma produzi em mim, e já não sei se tenho tempo e condições para arrumar os estragos
Talvez, não….
Só quero saber como mudar o rumo da estrada, como restaurar os sonhos, como ter de novo o olhar que ama, que almeja, que tem desejos e chora
Como buscar o gosto do amor que invade o ser, que abraça forte, que cuida da dor, que alegra o canto, que baila ao sabor da musica ¿
Quantas perguntas sem resposta e sem fim, quantas noites insones porque a luz de fora teima em adentrar o quarto pela pequena fresta de vida e ousa me incomodar
E não tenho nada meu, nada que me detenha o sonho, a lagrima, as perguntas, o vazio
Vejo em cada dia que surge uma paralisia do agora, um medo do então, um colo perdido no tempo de não sei o que, um nó no peito e na alma
Sinto que dói e corroe, sinto que a porta está fechada e eu sou o que me convidei a ser, e por isso o convite estava errado e errado foram as decisões e as ruas encontradas
Hoje me resta ser responsável pelo imenso vendaval que eu mesma produzi em mim, e já não sei se tenho tempo e condições para arrumar os estragos
Talvez, não….
Gislaine Zago,

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