sexta-feira, 9 de setembro de 2011
No outro dia
Acordei com o gosto do não realizado
Com a sensação do tempo partido
Com o coração destravado e ofegante
Do silencio que jazia na casa
Onde antes reinava o barulho
Das vozes, dos risos, dos sons emotivos
Restou a amargura do nunca mais
A verdade não dita, deixada no subterfúgio da mente
A respiração não acabada para reter o último suspiro
O olhar vazio do tudo levado e arrasado
Passam-se as horas.
Findam-se os dias.
Fogem os terremotos.
Calam os lábios antes beijados.
Amarguram-se as almas cansadas.
Anseiam os corpos desamados.
Em meio ao deserto o ponto de luz a brilhar no céu buscando a imensa vontade de ser.
Com a sensação do tempo partido
Com o coração destravado e ofegante
Do silencio que jazia na casa
Onde antes reinava o barulho
Das vozes, dos risos, dos sons emotivos
Restou a amargura do nunca mais
A verdade não dita, deixada no subterfúgio da mente
A respiração não acabada para reter o último suspiro
O olhar vazio do tudo levado e arrasado
Passam-se as horas.
Findam-se os dias.
Fogem os terremotos.
Calam os lábios antes beijados.
Amarguram-se as almas cansadas.
Anseiam os corpos desamados.
Em meio ao deserto o ponto de luz a brilhar no céu buscando a imensa vontade de ser.
Postado por Gislaine Zago

Nenhum comentário:
Postar um comentário