Cadastrei a vida em forma de gavetas reluzentes com nomes escritos a mão para não se perderem no nada.
Na composição do tema a indignação do que caberia melhor: o ser só ou ser apenas ?
Cada minuto da vida, a geração fragmentada de um cérebro que grita a impossibilidade de concretizar.
Os desvios carregados de insuficiência e inaptidão, que não buscam coisa alguma no centro do universo.
Não caibo aqui, não pertenço ao agora, não suponho o normal, não respiro o ar intoxicado de insanidades afetivas.
Quanto lamento cravado nas paredes de um quarto rosa, quantas lagrimas de abandono acompanham aquele corredor imenso e ao mesmo tempo tão pequeno,
E, de repente, a pura ilusão que ser feliz existe.
Na composição do tema a indignação do que caberia melhor: o ser só ou ser apenas ?
Cada minuto da vida, a geração fragmentada de um cérebro que grita a impossibilidade de concretizar.
Os desvios carregados de insuficiência e inaptidão, que não buscam coisa alguma no centro do universo.
Não caibo aqui, não pertenço ao agora, não suponho o normal, não respiro o ar intoxicado de insanidades afetivas.
Quanto lamento cravado nas paredes de um quarto rosa, quantas lagrimas de abandono acompanham aquele corredor imenso e ao mesmo tempo tão pequeno,
E, de repente, a pura ilusão que ser feliz existe.

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